Categoria: Conceitos

Conceitos de Orientação a Objetos – Parte 3 de 6

Conceitos de Orientação a Objetos – Parte 3 de 6

Agora a parte 3 da série Conceitos de Orientação a Objetos, com Daniel Moreira Yokohama: Encapsulamento Alguns métodos não conseguem por si só resolverem sua responsabilidade sem que algumas informações sejam previamente informadas. Uma pesquisa no Google não pode retornar valores se não receber algo por que buscar. Um pedido não é capaz de incluir produtos em si sem saber quais produtos o cliente quer adquirir. Estas informações podem ser encontradas espalhadas pelo sistema de acordo com o estado dos objetos na memória no momento em que o método é acionado. Porém, quando um método depende desse tipo de informação...

O que é ser DRY?

O que é ser DRY?

Escrevi há algúns posts atrás sobre o que podemos aprender com a comunidade Ruby e Rails. Aqui vai outro conceito muito conhecido pela turma do Ruby e Rails, o DRY, ou Don’t Repeat Yourself (simplesmente, Não se Repita). Isso não é somente um conceito de programação, mas sim uma filosofia que envolve não repetição, seja de código ou seja de idéias.

Conceitos de Orientação a Objetos – Parte 2 de 6

Conceitos de Orientação a Objetos – Parte 2 de 6

Segue a parte 2, da série Conceitos de Orientação a Objetos, de Daniel Moreira Yokoyama: Classes Procure olhar novamente para uma foto qualquer. Como pode ser que você seja capaz de reconhecer cada objeto que você  vê nela? Pegue uma cadeira e observe. Tente comparar com uma outra cadeira qualquer que você tenha, por exemplo, na sua casa. Ou no restaurante onde você almoça. Ou na casa de um amigo seu. Note que cadeiras possuem diversas variações de forma que é quase impossível encontrar duas cadeiras de dois ambientes distintos que sejam parecidas.

Conceitos de Orientação a Objetos – Parte 1 de 6

Conceitos de Orientação a Objetos – Parte 1 de 6

Há muito tempo venho ensaiando escrever uma série de textos sobre Orientação a Objetos. Mas, um dos meus alunos de ABAP, com ampla experiência em .Net e OO, autorizou a publicar uma ótima referência conceitual sobre o tema. Começo uma série de posts, em 6 partes, sobre conceitos de orientação a objeto. Não é nada voltado a nenhuma linguagem, mas conceitos puros. O autor desse texto muito bom, foi um dos meus alunos da Academia ABAP, na 15a Turma na KA Solution, Daniel Moreira Yokoyama. Se você quizer entrar em contato com ele, mande um e-mail para blog arroba abap101...

O que é Logical Database

O que é Logical Database

Uma vez em um projeto, especifiquei um programa para impressão de cheques (isso foi quando quase fui para o lado negro do SAP, quando quase migrei para área funcional de FI). Como os requisitos para impressão do cheque fugia da solução standard da SAP, então havia necessidade de se alterar o programa standard. Analisando o programa, descobrimos que ele usada uma coisa obscura chamada logical database. Foi aí que meus problemas começaram. Como naquela época não estava muito interessado em expandir meus conhecimentos em ABAP, mas sim em FI, não fui pesquisar mais, então era obscuro para mim também.

Como funciona o Authority Check?

Como funciona o Authority Check?

Problema Criar um programa para gerar um relatório de vôos, filtrando por empresa aérea. Os vendedores só podem visualizar determinadas empresas aéreas e somente gerentes podem visualizar todas as empresas.

Data Type – Parte 2

Data Type – Parte 2

Continuando a nossa discussão sobre Data Types em ABAP (parte 1), vamos agora ver os tipos standards imcompletos, ou seja, que exigem um complemento no momento da criação do Data Object. Veja o exemplo abaixo: DATA: var_text(25) TYPE c. A variável var_text é uma cadeia de caracter, com 25 posições. Se você não especificar o tamanho, será assumido o tamanho de 1. Numeric (N) – Campo caracter usado para armazenar campos numéricos. Os campos tipo N podem hora se comportar como número, por exemplo ser usado em expressões, hora como caracter, por exemplo ser usado em funções de manipulação de...

Data Type – Parte 1

Data Type – Parte 1

Um dos assuntos que mais causa confusão nos iniciados em ABAP é o assunto de Data Types. Uma das características do ABAP é o fato dela ser tipada. Isso significa que qualquer variável (Data Object), parâmetro de Function Module, subrotina (forms), métodos etc. são baseados em tipos. DATA var TYPE i. Acabei de criar um Data Object para armazenar valores numéricos inteiros. Isso quer dizer que a variável var não pode receber um valor com decimais, ponto flutuante, hexadecimal ou caracter. Os tipos em ABAP estão divididos em 3 grupos, standards (ou instalados), locais e globais.

Questão sobre Classes Globais

Questão sobre Classes Globais

Questão de certificação: Identify the statement about Global Classes that is NOT true: A method to be transported is identified in transport organiser as LIMU METH Access to a global class is done as a reference variable using TYPE REF TO Global classes are stored in TADIR with key R3TR CLAS Programs that are available to Global Classes must be associated in Class Builder Class Builder can be used to test global classes

What is the Effect of not Typing Formal parameters in a Form?

What is the Effect of not Typing Formal parameters in a Form?

Questão de Certificação: What is the Effect of not Typing Formal parameters in a Form? Forms are less flexible and are guaranteed no chance of a run time error Conversion never occurs No effect Conversion always occurs Forms are more flexible but prone to a short dump if conversion does not work