Categoria: Conceitos

Object Services – Parte 2 – Persistence Service (Serviço de Persistência)

Olá pessoal! Aproveitando o feriado para a criação de mais um post, daremos sequência a série “Object Services” com seu segundo capítulo, neste post abordaremos o serviço de persistência (em inglês “Persistence Service”).

Entendendo o FOR ALL ENTRIES

Entendendo o FOR ALL ENTRIES

Atendendo a pedidos, vamos dar uma olhada no uso da cláusula FOR ALL ENTRIES no SELECT. Isso é uma particularidade do Open SQL. Se não estou enganado, não há nada parecido em entras linguagens e é uma mão na roda quando queremos fazer um “JOIN” entre uma tabela transparente e uma tabela interna.

Pensamentos sobre Torrents, Diaspora e SOA

Pensamentos sobre Torrents, Diaspora e SOA

Hoje conheci um projeto muito interessante chamado Diaspora. Além de ser uma promessa de concorrente do Facebook e outras grandes redes sociais, o que mais me chamou a atenção foi o fato de que ele pode revolucionar o modo como são feitas as redes sociais. Qualquer rede social hoje é centralizada em um servidor. Facebook, Hi5, Orkut, Linkedin etc. são todos centralizados em um único servidor. Isso dá aos seus administradores uma grande responsabilidade em armazenar essa quantidade tão grande de dados (de acordo com as últimas notícias, Facebook já tem mais de 500 milhões de usuários).

O que é a cláusula NESTING LEVEL no comando SELECTION-SCREEN?

O que é a cláusula NESTING LEVEL no comando SELECTION-SCREEN?

No caso de programas executáveis (ou do tipo relatório ou report), temos muitos recursos para contruir uma tela de seleção de maneira programática, ou seja, usando código ABAP e não o Screen Painter. Para fazer telas com tabs é necessário contruí-las com subcreens, usando o comando SELECTION-SCREEN BEGIN OF SCREEN. Uma das cláusulas muito específicas é a chamada NESTED LEVEL, usada para redimensionar frames dentro de uma tab.

Respondendo dúvidas de sala de aula – Uma nova categoria

Respondendo dúvidas de sala de aula – Uma nova categoria

Mais um dia de aula na KA Solutions na turma de ABAP Netweaver e mais uma vez surpreendido por um aluno. Quando cheguei em sala um dos meus alunos veio me abordou com umas 10 perguntas. A princípio poderia parecer que ele seria um chato, mas não é o que eu penso. Penso justamente o contrário. 10 perguntas, logo após o final de semana?! Isso só quer dizer uma coisa, ele estudou e muito! No final da aula, vamos às perguntas e novamente fiquei surpreso com o nível das perguntas, quero dizer, muito detalhadas, mostrando que ele não somente leu...

Conceitos de Orientação a Objetos – Parte 6 de 6

Conceitos de Orientação a Objetos – Parte 6 de 6

Interfaces O princípio de herança nem sempre se aplica a todas as classes que possuem características comuns. Uma pessoa é capaz de Andar, assim como um carro é capaz de andar. Nem por isso eles fazem parte de algum material comum. No seu sistema você pode ter que se deparar com situações parecidas. Você pode, por exemplo, criar um agendador de tarefas programadas que servirá para mandar uma mensagem por e-mail diariamente para todos os clientes da loja. De forma semelhante, diariamente ele também pode iniciar uma tarefa que verifica se todos os servidores estão online. Perceba que você pode...

Conceitos de Orientação a Objetos – Parte 5 de 6

Conceitos de Orientação a Objetos – Parte 5 de 6

Polimorfismo Polimorfismo é uma palavra complicada para um conceito simples. Não se trata de um recurso a ser implementado. Se trata de uma propriedade da linguagem de programação. O conceito é simples. Imagine: Uma classe base Cliente é extendida pela classe herdeira ClienteVirtual. O cliente base possui todas as informações concernentes a ele: endereço, telefone, pontos obtidos pelas compras feitas, etc. Já a classe herdeira, ClienteVirtual, possui os dados específicos para os cliente que farão compras pelo website: nome do usuário, senha, e-mail, etc. Você tem clientes que fazem as compras pessoalmente no balcão, e clientes que fazem as compras...

Conceitos de Orientação a Objetos – Parte 4 de 6

Conceitos de Orientação a Objetos – Parte 4 de 6

Mais uma parte da série Conceitos de Orientação a Objetos, com Daniel Moreira Yokoyama: Herança (ou derivação) Você criou um sistema de loja virtual que vende cd’s. A orientação a objetos te permitiu criar uma classe CD, onde vocÊ agrupou todos os dados que dizem respeito aos CD’s: Título, Artista, Lista de músicas, Ano de lançamento, Gravadora, etc. Após alguns meses no ar, seu cliente lhe diz que pretende expandir seu negócio para vender DVD’s. Isso vai exigir um esforço imenso de criar novas rotinas e novos tratamentos para cuidar de um ítem completamente novo ao sistema. Para que se...

Você ainda não sabe programar ABAP OO?

Você ainda não sabe programar ABAP OO?

Se você não é um completo alienado no mundo ABAP, já deve ter ouvido falar sobre o tal do ABAP OO, ou seja, ABAP Orientado a Objetos. Esse assunto é estratégico para a SAP e é forma de programação que ele recomenda, tanto que é uma das partes mais pesadas na certificação ABAP. Nesse post aqui vou mostrar as vantagens desse paradigma de programação e como ele pode te ajudar a criar programas mais robustos e de fácil manutenção.